Quem é Game Over

Game Over é o pseudônimo do criador do Armadilha Digital. A escolha por um pseudônimo é deliberada: este projeto investiga práticas de uma indústria bilionária, e a proteção da identidade do autor é uma medida de segurança jurídica — não de covardia.

O que podemos dizer: Game Over é um profissional brasileiro com formação na área de gestão e interesse profundo em defesa do consumidor. A motivação para criar este projeto surgiu da observação direta de como jogos mobile predatórios afetam pessoas próximas — e da constatação de que, diferente das apostas esportivas online, essa indústria opera no Brasil sem qualquer escrutínio público.

A missão

O Armadilha Digital existe para investigar, documentar e denunciar práticas de monetização predatória em jogos mobile. Nosso trabalho se sustenta em três pilares:

Informar

Explicar, em linguagem acessível, como as mecânicas de monetização exploram vulnerabilidades psicológicas dos jogadores.

Fundamentar

Embasar toda análise em pesquisas acadêmicas, legislação vigente e precedentes jurídicos nacionais e internacionais.

Empoderar

Fornecer ferramentas práticas para que consumidores exerçam seus direitos — reembolsos, denúncias, proteção legal.

Independência editorial

Este projeto opera em modelo de independência editorial estrita. Não há:

O projeto tem e terá produtos editoriais próprios — livro em escrita para publicação em 2026, curso em preparação sobre proteção de crianças e adolescentes, relatórios técnicos por encomenda para ONGs e escritórios especializados, newsletter com tier pago para análises aprofundadas. Todos são extensões diretas do trabalho jornalístico, produzidos com controle editorial exclusivo do autor. Vender um livro sobre o tema não compromete independência; receber dinheiro das empresas retratadas nesse livro, sim. A linha é essa.

Os artigos investigativos publicados em armadilhadigital.com são e continuarão sendo gratuitos, abertos e de livre compartilhamento. O apoio voluntário de leitores via Apoia.se sustenta a atividade jornalística de base: as horas de pesquisa, a infraestrutura, a continuidade do trabalho independente. Nenhuma fonte de receita compra influência editorial, antecipação de pauta ou prioridade sobre o que é investigado.

Transparência sobre anúncios pagos

Este projeto utiliza anúncios pagos no Google Search e no Instagram para levar investigações específicas a pessoas que buscam ativamente informação sobre os temas cobertos — pais preocupados com gastos de filhos em jogos, consumidores que querem pedir reembolso, quem suspeita que foi manipulado por mecânicas predatórias. O objetivo é ampliar o alcance do trabalho editorial, não converter visitantes em compradores.

Nenhum dado de leitor é revendido ou compartilhado com parceiros comerciais. Não há remarketing, não há rastreamento comportamental cruzado entre sites, não há pixel de conversão da Meta instalado no armadilhadigital.com. A analítica de tráfego usa Cloudflare Web Analytics, que não utiliza cookies nem identifica visitantes individuais.

Saiba mais sobre o modelo de apoio e como contribuir:

Apoiar o projeto →

Proteção legal

O conteúdo publicado neste site constitui exercício regular do direito de liberdade de expressão (art. 5º, IV, CF/88), manifestação do pensamento (art. 5º, IX, CF/88) e direito à informação (art. 5º, XIV, CF/88).

Todas as afirmações são baseadas em fontes públicas, pesquisas acadêmicas revisadas por pares, legislação vigente e precedentes jurídicos documentados. Opiniões são claramente identificadas como tal.

Contato

Para sugestões, correções ou relatos de experiência:

gameoverdigital@proton.me

Comunicações são protegidas por criptografia de ponta a ponta (ProtonMail).

Onde nos encontrar

X / Twitter: @GameOver_BRA

Instagram: @armadilha.digital

Este projeto não possui vínculo com nenhuma organização do setor investigado, seus concorrentes ou suas plataformas de distribuição. O projeto se sustenta por receitas editoriais próprias (livro, curso, relatórios técnicos, newsletter com tier pago) e por apoio voluntário de leitores via Apoia.se; nenhuma fonte de receita compra influência editorial. O autor não é advogado e as informações publicadas não constituem aconselhamento jurídico. Consulte um profissional para orientação específica ao seu caso.